Cada dia sou uma. Uma menina, uma mulher, uma criança... Não sou o que eu quero ser, mas sou o que minha alma pede para que eu seja, neste momento da minha vida! Se é para chorar, eu choro... Se é para sorrir eu vou sorrir... Eu simplismente vivo, nao me escondo!
Sou transparente, mas de uma forma que nem eu mesma consigo me enxergar...
“Um nome para o que eu sou, importa muito pouco. Importa o que eu gostaria de ser. O que eu gostaria de ser era uma lutadora. Quero dizer, uma pessoa que luta pelo bem dos outros. Isso desde pequena eu quis. Por que foi o destino me levando a escrever o que já escrevi, em vez de também desenvolver em mim a qualidade de lutadora que eu tinha? Em pequena, minha família por brincadeira chamava-me de ‘a protetora dos animais’. Porque bastava acusarem uma pessoa para eu imediatamente defendê-la. [...] No entanto, o que terminei sendo, e tão cedo? Terminei sendo uma pessoa que procura o que profundamente se sente e usa a palavra que o exprima.É pouco, é muito pouco.”
(C.L)
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